Desde a última quinta-feira, porém, cada um desses grupos de admiradores de Michael ficou respectivamente sem seu astro, seu músico, seu assunto, seu bobo da corte. O susto que veio com a morte de um ídolo numa idade tão jovem trouxe um silêncio de perplexidade a todos, fãs ou não – que agora tentam entender o que vai significar um mundo pop sem seu rei.
Se for o caso de arriscar um palpite, vale a pena dizer que muito pouca coisa vai mudar, já que, afinal de contas, em seus quase 40 anos de carreira, Michael talvez já tivesse exercido toda a sua influência no mundo do entretenimento. Mas é quase irresistível imaginar que ele ainda teria muita coisa para oferecer.
Como artista, a abortada temporada de 50 shows na Inglaterra agora em julho poderia trazer novas canções, novos passos, uma nova maneira de apreciar seu carisma. Como celebridade, seria no mínimo interessante ver como Michael lidaria com a adolescência de seus filhos, com a inevitável decadência física, com a iminente inadimplência de seu patrimônio. Mas pensar nisso significa entrar no mundo da especulação, quando o mais apropriado agora talvez seja nos concentrarmos no que ele deixou. É por tudo isso que, pelo menos por agora, devemos celebrar Michael Jackson.
Fonte pesquisa:
http://falandodemichaeljackson.wordpress.com/2011/03/05/%e2%80%9cele-era-o-que-queriam-que-ele-fosse%e2%80%9d/
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