Sabendo do forte esquema de segurança e do assédio dos fãs, eu decidi que arranjaria um jeito de entrar no prédio antes da chegada de Michael, na esperança de me esconder em algum lugar lá dentro para vê-lo ao menos de longe. Encontrei o que parecia ser um lugar seguro, parecia ser uma sala em construção ou reforma. Resolvi que entraria num armário daquela sala antes que Michael fosse conduzido à tal.
Com certeza, os meus instintos estavam certos e meu plano funcionou, já que Michael logo chegou com sua comitiva de seguranças. Eu era corajoso o suficiente para passar por todo aquele esquema de segurança, então, saltei do armário e quase fui posto pra fora da sala.
Mas foi o próprio Michael que, rapidamente, acalmou os seguranças e disse: “Está tudo bem, eu quero tirar uma foto com ele”.
De outubro até – eu ainda não consigo acreditar – seus últimos dias, em junho de 2009, dediquei grande parte do meu tempo para ir à procura de Michael. Desde o primeiro dia de audiência para a escolha dos dançarinos – realizado num pequeno estúdio em Van Nuys – até os ensaios diários que aconteciam em Burbank, e seus passeios de compras que variavam de Barnes & Nobles (*grande rede de livrarias) a Westwood, e suas idas à lojas de roupas e de artigos colecionáveis em Los Feliz e West Hollywood – eu sempre estava lá para dar presentes e lembranças a Michael, os quais ele adorava receber.
Em abril de 2009, o próprio Michael me perguntou se poderia pegar emprestados alguns cartazes que eu tinha levado para que ele autografasse. Na ocasião, ele os queria para decorar a festa de aniversário de sua filha, Paris. É claro que eu permiti, e posso dizer que Michael realmente apreciou o meu gesto.
Michael adorava ser seguido por seus fãs, e isso o fazia perceber que ainda se importavam com ele, o que é triste, já que ele sempre cuidou de tantas pessoas. Michael me dizia o quanto gostava das fotos, álbuns raros e pôsteres que eu levava para ele autografar. Além disso, eu adorava pesquisar sobre as paixões dele, como a que ele tinha pelas músicas de instrumentos de cordas (violão, harpas, violinos, pianos), então, eu o presenteava com álbuns raros de artistas que eu sabia que ele apreciava. De acordo com o seu chefe de segurança, Michael estava interessado em me contratar para que eu trabalhasse em alguma área de pesquisas.
Com centenas de fãs e paparazzis do lado de fora, causando engarrafamento no trânsito da Melrose Avenue, eu estava lá dentro com Michael, tirando outra foto e ganhando um belo autógrafo em minha jaqueta, enquanto as câmeras do TMZ e outras emissoras nos gravavam.
Por Bryan Ulrich
fonte pesquisa:
http://mjfotosefatos.wordpress.com/
MUITO FOFO O SEU CANTINHO.
ResponderExcluirPARABÉNS, BABY!